"A complexidade do comprometimento no trabalho".

Produtividade
  • 30/01/2017
  • Produtividade
"A complexidade do comprometimento no trabalho".

Em um mundo corporativo cada vez mais complexo e competitivo, muitas empresas passam mais tempo tentando sobreviver às dificuldades impostas por essa complexidade, do que aprimorando a execução de suas missões ou definindo estratégias propulsoras, que trarão verdadeiramente, diferenciais que as coloquem na vanguarda da competitividade.

Desde primórdios tempos, as organizações travam um velado “cabo de guerra”, com as barreiras existentes nas relações entre as pessoas que constituem suas equipes, e as missões, atribuições e objetivos institucionais e financeiros de suas organizações. As empresas de modo geral, atuam basicamente em dois âmbitos distintos, no que se refere a estas relações:

O primeiro e mais apreciado âmbito abraçado pelas organizações, atinge normas, regras, hierarquia, tecnologia, conhecimento técnico/operacional, maquinário etc..., em fim, tudo que está diretamente ligado, ao que ingenuamente entendem ser, o cerne da questão. E que eu chamo de "dimensão objetiva".

O segundo âmbito é o que se refere ao comportamento e conhecimento internos dos indivíduos integrantes do processo, ou seja, seus relacionamentos, a forma como veem o mundo, seus diálogos internos, suas historias de vida etc. E a este eu dou o nome de "dimensão subjetiva".

Todas as empresas trabalham de forma dedicada a "dimensão objetiva", porem a grande maioria não da relevante atenção a "dimensão subjetiva" e um numero que permeia o ridículo, da atenção aos dois fatores ao mesmo tempo. É preciso entender que mesmo as que se atentam para os dois âmbitos, apesar de conseguirem algum resultado, ainda estão muito distantes do que realmente é possível alcançar de eficiência e produtividade, dentro da busca por seus objetivos e suas evoluções.

Ao analisarmos estas duas dimensões, podemos concluir que os mecanismos de gestão atuais são obsoletos já há muito tempo, e são os adotados pela maioria esmagadora das corporações do planeta, tanto de forma separada como de forma conjunta, e em ambos os casos, são extremamente ineficazes e autodestrutivos.

É preciso perceber e rápido, que já passamos e muito, do momento de parar de “esmurrar esta faca”. Tanto a “dimensão objetiva” como  “dimensão subjetiva”, são imprescindíveis dentro do processo de evolução das organizações, porem, eles precisam de um elemento que torne sua convivência possível e eficiente, este elemento é a “dimensão colaborativa”

Absolutamente todas as atividades realizadas dentro das organizações precisam ser executadas com a presença de abordagens mais amplas, ou seja, atuações baseadas em planos objetivos, subjetivos, vocacionais e colaborativos. Existe uma frase de Henry Ford que diz muito sobre isto “Unir-se é um bom começo, a união é um progresso e trabalhar em conjunto é a vitória”.

Sabendo utilizar ferramentas comportamentais e organizacionais pautadas em alcances mais amplos de gestão, se torna automática a mobilização das pessoas em direção aos objetivos do todo, sem impor a elas novos processos, estruturas ou hierarquias, que sozinhas, não tem força de engajamento e efetividade.

Esta visão representa uma inovadora abordagem na construção de uma cultura organizacional e comportamental contemporânea, um poderoso mecanismo de gestão e um design de inteligencia comportamental produtivo.

                                                                                                           Por: Jean Pinho